pessoas praticando kung fu

Qual seu animal espiritual? Dragão, louva-a-deus, águia?

Seja qual for, inspire-se! Muna-se das suas melhores qualidades, pois é hora de explorar absolutamente tudo o que precisa saber sobre o Kung Fu. Se você busca um conteúdo abrangente, completo e que fala sobre a origem aos estilos e os benefícios da prática do Kung Fu, você encontrou!

O Kung Fu, é uma arte com mais de mil anos que está enraizada na cultura do povo chinês. Modalidade esportiva ou atividade de entretenimento, o Kung Fu tem uma das histórias mais ricas, fantásticas e inspiradoras.

Sem mais delongas, vamos começar?

Qual a origem do Kung Fu?

O espírito animal

Uma arte milenar e precursora de inúmeras outras, o Kung Fu tem suas origens na época pré-histórica. Sem muitos instrumentos, nossos ancestrais precisavam se defender de predadores com o que tinham: como pedras, galhos e lascas de pau. Muitas vezes, o inimigo também era o próprio semelhante.

A partir da formação de tribos, as primeiras diferenças fizeram também os primeiros adversários. Para enfrentar seus inimigos, as técnicas foram evoluindo, com o surgimento de danças e ritos, nos quais os homens simulavam os movimentos dos animais.

Avançando um pouco mais na história, quando Qin Shi Huang conquistou e dominou toda a planície do que viria ser a China e formou o primeiro império, uma série de acontecimentos determinantes vieram a seguir. Todas as muralhas das antigas tribos e reinos se juntaram na Grande Muralha da China.

E, como fato principal, foram proibidas as artes marciais e suas armas, ou seja: nada mais de arco, flecha, foice, espada ou lanças.

Então, os povos foram desenvolvendo danças para se apresentar em festas praticando as artes marciais, ao mesmo tempo em que produziam armas que não pareciam utensílios ofensivos à primeira vista.

Kuan Kun e o templo Shaolin

Quando o império se dividiu em três reinos, em um deles, surgiu Kuan Kun: um virtuoso guerreiro que viria a ser aclamado com o deus da luta e é, hoje, conhecido como protetor dos praticantes das artes marciais chinesas.

Na sequência, o templo Shaolin foi construído ao norte da China, sendo um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento do Kung Fu e uma referência para todas as artes marciais chinesas. Os habitantes do Norte precisavam estar sempre atentos aos possíveis ataques do povo mongol.

Ge Hong — um mestre da região — para cuidar do corpo e da mente dos membros de seus liderados, tratou de combinar métodos para:

  • manutenção de boa saúde;
  • exercícios de pensamento;
  • estímulo do QI.

Simultaneamente, o budismo surgiu e ganhou espaço na China. Templos foram erguidos e a população mais jovem se interessou, assim, novos monges cresciam nesses templos — ou centros de revolução contra o governo, sendo a maioria guerreiros.

Durante a dinastia Song, batalhas e guerras se tornaram frequentes no país. Logo, surgiram novas armas e alternativas entre as antigas, como o facão.

Ao mesmo tempo, as artes marciais ganhavam espaço entre o povo, sedimentando-se como entretenimento e desmitificando a sua prática. Novos métodos foram aperfeiçoados, sempre com o intuito de equilibrar mente o corpo.

Dinastia Ming e o Kung Fu como hoje

As lutas se tornaram eventos realizados em palcos. No Século XIV, com o surgimento da dinastia Ming, houve a formação do sistema de Kung Fu que conhecemos hoje. Os registros históricos capturam métodos diferentes — com mãos vazias, armas curtas ou longas — e também outros estilos, como o da garça e garra de águia.

Nessa época, as artes marciais já eram parte da cultura da população, sendo praticadas por homens, mulheres e crianças. Entre as dinastias Ming e Qing, a literatura e a educação dessas artes também se desenvolveram fortemente. O Tai Chi data desse período de tempo, aparecendo como a integração ideal do combate e a mente.

As artes marciais chinesas se tornaram muito populares. No entanto, já no século XX, mudanças sofridas pelo estilo causaram uma revolução no Kung Fu. Ele se tornou um esporte nacional ensinado nas escolas como educação física.

Seu alcance fez com que surgisse o Instituto Espírito Marcial, que buscou eliminar os demais estilos e promover somente um estilo de arte marcial. O IEM fez mais de 40 filiais por toda Ásia e somou 400 mil membros.

Depois da revolução socialista, mestres deixaram a China para outros países da Ásia e Europa, carregando os aspectos da arte marcial. O Kung Fu foi classificado como herança cultural chinesa com finalidade esportiva, porém centenas de outros estilos carregariam seu legado para fora do país.

No fim da década de 50, surgiu a Associação Nacional de Wushu. Com eles, foi desenvolvido e editado o primeiro manual de regras de competição do Wushu Moderno.

Porém, com um caráter restritivo e pouco popular, sua divulgação fez com que mestres fossem perseguidos e assassinados, acusados de recuperar o sentido negativo da arte da guerra. Manuais e livros foram queimados, escolas foram fechadas, equipamentos destruídos e competições canceladas.

São muitos os tesouros espalhados e recuperados dessa época. Hoje em dia, consolidado como algo inerente à cultura chinesa e ao continente asiático, o Kung Fu é praticado por mais de 60 milhões de pessoas somente na China, seu país originário.

Competições são homologadas por uma federação internacional para uma comunidade global. Desde que entramos no século XXI, existem um forte interesse da China em tornar o Kung Fu uma modalidade olímpica.

Kung Fu x Wushu

O termo Wushu representa, na verdade,  um apanhado geral das artes marciais chinesas. O conceito de Kung Fu é um pouco diferente, adotando a ideia de ‘habilidade adquirida com o tempo’, indo além das artes marciais.

No ocidente o Kung Fu é o mesmo que  Wushu Tradicional (termo adotado pelos chineses) — apresentando um caráter de guerra, combativo, além de estético. O Wushu Moderno é mais acrobático, próximo dos movimentos da ginástica olímpica, por exemplo. Assim, o conceito Kung Fu está associado às habilidades que são adquiridas com o tempo e treino na China, mas no ocidente esse termo é genérico para as artes marciais chinesas tradicionais.

Resumo histórico e curiosidades do Kung Fu

Como explorado, o Kung Fu como arte tradicional faz parte da herança cultural da maior população do mundo, tornando-o uma modalidade das mais praticadas do planeta.

Obrigados a lutar contra animais, ancestrais chineses contavam com as armas, mas entenderam que era necessário ter uma ótima capacidade física e habilidades de combate adquiridas nos tempos de paz, com equilíbrio e sem a pressão da guerra.

Desses treinamentos fora de combate, surgiram muitas das primeiras artes marciais, ou artes da guerra — entre elas, claro, o Kung Fu.

Ou seja, o legado do Kung Fu é carregado por mais de 5000 anos; seja pela inspiração nos movimentos dos animais ou pela preocupação e determinação em manter a saúde em boa qualidade.

A etimologia explicada no Brasil

O Kung Fu é um dito antigo que no dialeto cantonês, quer ‘tempo e esforço desprendido numa atividade’ ou ‘grau de perfeição alcançado em qualquer área de atuação’. Ainda pode ser traduzido como ‘conhecimento profundo de um assunto’.

Quem explica é a Federação Paulista de Kung Fu na sua publicação ‘A Origem da Expressão Kung’, de 2003. Ou seja, existe um emprego equivocado da expressão, em relação à arte marcial que a carrega em seu nome. Essa alcunha se tornou popular principalmente na década de 70, com a distribuição em massa de filmes com artes marciais chinesas.

Gabriel Amorim, mestre brasileiro, observa que essa arte marcial deve ser vista como uma atividade com finalidade para além do esporte. Ainda diz que o Kung Fu tem suas próprias regras, o que viabiliza a organização de campeonatos e torneios. Suas competições são divididas assim:

Taolu

Formas ou rotinas. Sequências de movimentos inspirados nos animais, contra um ou mais oponentes imaginários.

Toi Cha

Lutas combinadas. Embates que envolvem dois ou mais atletas com ações ofensivas e defensivas previamente determinadas.

Kuoshu e Sanshou

Combates reais. Confronto direto entre dois adversários, onde as qualidades técnicas, táticas e físicas de cada um são avaliadas para a decisão final de um vencedor.

Quais os benefícios do Kung Fu?

Uma arte marcial inclusiva, o Kung Fu cada vez mais atrai praticantes diversos, de várias faixas etárias, gênero e formação cultural. Sua prática combina benefícios físicos e emocionais, sendo esse melhoramento mental um dos seus principais atrativos contra problemas comuns da sociedade atual, como stress e ansiedade.

O ambiente de disciplina e o desenvolvimento de uma defesa pessoal são vantagens marcantes dessa arte. Entre os benefícios físicos e mentais do Kung Fu, podemos citar e explorar um pouco mais sobre os seguintes:

Atenção e percepção

O praticipante desenvolve os sentidos que detectam movimentos ao seu redor, ampliando inclusive suas habilidades de direção e noção de espaço. Isso se deve principalmente ao aprimoramento do reflexo.

Equilíbrio e condicionamento cardiovascular

A respiração é capaz de direcionar a energia do centro para os extremos do corpo humano, quando um movimento é executado. Com o fortalecimento de músculos essenciais e melhor capacidade cardiovascular, o praticante amplia seu fôlego, aprendendo também a dosar a energia.

Sociabilidade e relacionamento interpessoal

O ótimo ambiente de aprendizado do Kung Fu promove a interação e o conhecimento de uma nova rede de pessoas. Em sua maioria, são indivíduos que possuem interesses em comum e estão em busca de um objetivo que pode ser alcançado mais rapidamente com a troca de informações e a formação de um círculo de amizade entre as turmas.

Autoconhecimento

Passar pela experiência de se conhecer melhor não tem preço. No Kung Fu, você entende melhor o seu corpo, seus limites e como trabalhar a sua mente com os princípios milenares dessa arte marcial.

Autoconfiança

Com o autoconhecimento, vem a autoconfiança. O desenvolvimento de uma arte marcial tem o poder de transformar a autoestima de um praticante. Seus benefícios, quando contrapostos aos antigos anseios pessoais, provam que as dificuldades podem ser ultrapassadas — e nada mais é impossível. Os desafios ficam cada vez menores em todos os âmbitos da vida de um praticante do Kung Fu.

Equilíbrio e harmonia

A paz social e de espírito está presente no Kung Fu. Todos estamos propícios a alguns desvios ao longo do tempo, e o melhor é aprender a controlar e, até mesmo, eliminar pensamentos que desviam a índole pacífica inerente a cada ser humano. A prática do Kung Fu versa em prol da harmonia e contra a violência.

Ou seja, por meio do Kung Fu, é possível evoluir física e mentalmente. O estímulo positivo nos âmbitos sensorial e emocional incentiva uma cultura de harmonia, paz e eficiência. Não à toa, o Kung Fu e seus princípios foram utilizados em outras diversas artes marciais.

Agora, vamos saber mais sobre como é uma aula?

Como é uma aula de Kung Fu?

Aquecimento e Ginástica

A princípio, todos os envolvidos fazem o cumprimento inicial. Então, um aquecimento é feito — normalmente ele é feito de baixo para cima, com vários exercícios como flexões e abdominais. O aquecimento é essencial para ativar alguns pontos importantes do corpo, prevenindo lesões e até mesmo fraturas.

O corpo precisa estar preparado para a prática sequencial de movimentos como chutes, socos e demais técnicas que formam os estilos do Kung Fu.

Logo depois, os alunos partem para uma sequência repleta de ações que desenvolvem:

  • senso de equilíbrio e direção;
  • balanço corporal;
  • coordenação motora;
  • fortalecimento de grupos musculares primordiais.

Assim, se completa a abertura da aula, com todos aquecidos e preparados para a ação.

Técnicas

Como na grande maioria das artes marciais, as técnicas são repassadas de acordo com o desenvolvimento de cada aluno, respeitando seus limites e o grau em que se encontra. Esse trabalho sempre é supervisionado por um professor. A partir daí, as ações são diversas, e cada treino pode ser diferente do outro.

O treinamento das técnicas se divide entre:

  • individuais;
  • em dupla;
  • com as mãos livres ;
  • com utilização de armas.

Socos e chutes são a fundação da técnica, e suas variações são inúmeras.

Combinando o melhoramento do aspecto físico com a respiração, os alunos ganham melhor condicionamento físico e fortalecem pernas, ombros e o core — grupos musculares da região do abdômen, importantíssimos na concentração de energia e na sua liberação para os membros periféricos.

As técnicas do Kung Fu estimulam a prática saudável da atividade física, incentivando um estilo de vida equilibrado e saudável — sem falar dos benefícios mentais.

A repetição dos movimentos vai apurando o aspecto técnico de cada um, levando à consistência e melhor execução, até que se chegue ao domínio completo, quando o praticante os executa de forma natural, sem esforço excessivo.

Quais estilos de Kung Fu existem?

Estilo Louva-a-Deus

Inseto ícone nas artes marciais, o louva-a-deus é conhecido pela sua ferocidade, agressividade e pela resiliência com que protege sua vida, apesar de sua aparência frágil.

De acordo com a lenda, cerca de 350 anos atrás, o mestre Wang Lang eternizou as melhores características do louva-a-deus num estilo combativo de autodefesa. Aqui vai um pouco de sua história:

O Mestre Wang Lang presenciou um louva-a-deus lutando contra uma cigarra, um inseto muito maior que intimida pelo seu forte ruído.

O louva-a-deus não se apequenou, e com movimentos muito rápidos dominou a cigarra. Wang Lang decidiu espantar o louva-a-deus para salvar a cigarra, mas foi surpreendido pela garra do pequeno inseto.

Então, o louva-a-deus subiu por sua espada e alcançou o braço, Wang Lang tentou afastar o inseto, mas ficou perdido com tanta velocidade e astúcia do louva-a-deus, que foi capaz de fazer diversos pequenos cortes em uma questão de segundos.

Muito impressionado, Wang Lang decidiu estudar as técnicas e movimentos do inseto depois de capturá-lo. Estimulando o espírito de luta do animal com pedaços de palha, o mestre foi desenvolvendo uma técnica de mãos, pulsos, cotovelos e braços inspirada no louva-a-deus.

Numa combinação de movimentos de impacto fortes e leves, o estilo se expandiu como uma técnica versátil e elevou o patamar de Wang Lang no Kung Fu, que ficou aclamado na história como um Sifu.

Garra de Águia

Esse estilo pede um extenso treinamento para o fortalecimento dos dedos. É dada, principalmente ênfase ao polegar, indicador, médio e anelar, que se adiantam, formando uma curvatura na mão, com a aparência de uma garra de águia.

A especialidade desse estilo são as torções, que antecedem um possível quebramento.

Changquan

O termo Changquan é geral, representando todas as escolas Shaolin conhecidas. O estilo Changquan consiste em:

  • movimentos de muito vigor com as mãos;
  • saltos de grande alcance;
  • giros de corpo;
  • combinações de chutes e socos.

Tai Chi Chuan

Bastante disseminado, o Tai Chi Chuan é uma arte de defesa pessoal que trabalha num sistema integral: saúde física e mental ao mesmo tempo.

Seus movimentos são relaxantes, acalmando os nervos. De forma pausada e suave, sem linearidade, equilibra ações de movimento e quietude.

Shaolin do Norte

Estilo que veio do mosteiro budista Shaolin, no Norte da China, é um dos mais completos dessa origem. Sua ênfase está nas técnicas avançadas de:

  • ataques e retiradas;
  • posições largas;
  • chutes altos;
  • velocidade e amplitude dos ataques, bastante agressivos.

Pa Kua

Considerado um estilo interno, o Pa Kua é baseado na interpretação dos trigramas do livro das mutações (I Ching). Seu treinamento compreende oito ângulos de defesa em forma circular.

Sua filosofia está na fluência da força horizontal. Também trabalha muito com a respiração, tornando-a um ato consciente e mantendo seu controle.

Choy Lay Fut

Requer movimentações rápidas e flexíveis, utilizando-se das pernas e das mãos. Surgiu da união de três monges, mentores de Chan-Heung, que deu ao estilo os nomes de seus mestres.

Estilo de Macaco

Vindo do norte chinês, é um dos estilos menos ortodoxos das artes marciais. Reproduzindo movimentos e o espírito do macaco, é extremamente forte nas pernas e nos saltos.

Estilo Hung Gar

Consiste das técnicas do dragão, serpente, leopardo, garça e tigre, o Hung Gar é reproduzido com base em pernas e mãos fortes.

O ataque pode ser uma defesa e vice-versa.

Estilo do Dragão

É conhecido por suas formas de ataque e defesa fechadas e pegadas muito destrutivas, avassalador contra joelhos, tornozelos, cotovelos e juntas.

Seus movimentos têm grande amplitude, são fluentes e coerentes.

Estilo da Serpente

Proveniente de Fujien, o estilo da Serpente surgiu como uma técnica particular.

Ele trabalha movimentos ofensivos como apunhalar e a espada cortante. Seu foco está na velocidade dos giros e movimentos de corpo contínuos.

Estilo da Garça

É um estilo rápido, que usa de chutes, torções e uma porção de ataques perigosos.

Estilo do Leopardo

Nesse estilo, o golpe central é um punho veloz e penetrante, como uma machadada, que ataca os pontos vitais e a costela do adversário.

Seu desenvolvimento traz ganho de força muscular e velocidade nos movimentos. Com avanços poderosos, está sempre em busca da imobilização da captura.

Fei Hok Phai

Na tradução, o Estilo da Garça Voando, consiste na linha de estilos do Sul, com movimentos ágeis, harmoniosos e perigosos.

Estilo do Bêbado

Como o nome já diz, essa técnica emula o praticante como alguém embriagado. Combina movimentos como o tropeço, o balanço e uma queda como armadilhas.

Essa confusão toda exige bastante astúcia, habilidade e flexibilidade para atrair o oponente e então lançar voadoras, semimortas e rolamentos.

Sanda

O Sanda é uma luta de contato com o uso de protetores para cabeça, abdômen e luvas. São permitidos chutes, puxões e projeções.

Wing Chun

Suas ideias fundamentais foram desenvolvidas pelo budista Ng Mui, do tempo Siu Lum. Foi originado como um sistema de arte marcial durante a dinastia Ching.

Tem incorporado características da garça e da serpente, como a agressividade e a precisão na hora de encurralar a presa.

Xing Yi

Um estilo interno, é conhecido por movimentos dinâmicos e explosivos. Xing — que significa ‘forma’ — é a derivação que surgiu da mistura entre 12 diferentes animais. Yi, que representa ‘intenção’, simboliza o espírito ativo dos animais; seu instinto.

História e conhecimento sempre agregam valor, não é mesmo? Esse passeio pela história do Kung Fu simplesmente reforçou seus valores milenares e benefícios — que se estendem até os dias atuais.

Em função da vinda de mestres imigrantes da China e da formação de novos instrutores no próprio país, o Brasil possui talentos e locais de qualidade para a prática do Kung Fu.

Com disciplina e paciência, é possível ir do zero até onde seu espírito guerreiro quiser. Como vimos, Kung Fu é sinônimo de harmonia, paz, equilíbrio mental e desenvolvimento físico. Uma ótima alternativa de atividade, em vários âmbitos.

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Comments (1)

  1. Texto construtivo, bastante esclarecedor para aquele que visa crescimento físico, mental, emocional e espiritual, cujo conteúdo realmente tra-nos uma boa idéia do quão grande e espetacular foi, é e sempre será o Kung Fu. Abraço. Luiz Cruz

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